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O azul e o verde têm dividido espaço ao vermelho dos Guarás, ave que não era vista na capital catarinense há 256 anos. Eles foram observados pela primeira vez no dia 18 de novembro em manguezais da Ilha de Santa Catarina. Pesquisadores acreditam que a preservação desse ecossistema é um dos fatores fundamentais para o reaparecimento da ave. "O último registro que a gente tem é de 1763. Acredito que dois principais fatores: a conservação, preservação de áreas de ninhais, ajudou muito em outros estados no aumento da população, e o outro fator determinante é que o aumento da população requer busca de alimentos nesses locais", detalha a bióloga e pesquisadora Lenir Alda do Rosário. Os Guarás também foram vistos no pontal da Daniela, perto da estação Ecológica de Carijós. A alimentação, principalmente a base de crustáceos, entre eles pequenos caranguejos presentes em manguezais. O retorno dos Guarás a Florianópolis reforça a importância da preservação dos manguezais, onde já vivem as garças azuis e brancas. "Por muito tempo foi considerado um local ruim, de mau cheiro, que não produzia nada e na verdade o manguezal e um berçário da vida marinha principalmente", reforça o geógrafo e pesquisador Fabrício Basílio Almeida. https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/11/22/guaras-voltam-a-colorir-manguezais-e-ceu-de-florianopolis-apos-mais-de-250-anos.ghtml

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Pesquisadores identificaram que há concentração de uma alga tóxica na Lagoa do Peri, em Florianópolis. Um grupo de monitoramento foi formado para acompanhar e monitora as condições da água continuamente e tentar evitar que a toxina. A falta de chuva no inverno e o calor podem ter influenciado no aumento desses organismos, que sempre estiveram na Lagoa e essa presença é normal, mas que em grande quantidade podem ser nocivos para os seres humanos. É a alga Cylindrospermopsis raciborskii, que só conseguimos ver com o microscópio, que pode ser prejudicial para animais e seres humanos. “Os dados que nós tomamos naquele dia são pontuais porque estávamos diante de uma condição de seca, de recuo na água da lagoa. O que nos assustou foi a concentração dessas algas no sedimento. ”, diz o pesquisador responsável do Lafic. A administração do Parque Municipal Lagoa do Peri criou um grupo técnico para acompanhar a qualidade da água após solicitação dos pesquisadores. Além dos laboratórios da UFSC, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) integra o grupo. As atividades de visitação da lagoa do Peri continuam abertas normalmente, assim como a captação de água. https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/12/03/grupo-monitora-concentracao-de-alga-toxica-na-lagoa-do-peri-em-florianopolis.ghtml  

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O lobo-marinho-do-sul foi devolvido ao mar no dia 29 de novembro na Ilha do Xavier. O animal ficou cerca de quatro meses em reabilitação, ele foi resgatado em 29 de julho na Praia do Gi, em Laguna. “Este animal chegou na R3 Animal com uma fratura no arco inferior da mandíbula e passou por duas cirurgias. Após esse período, começou a ser alimentado com pequenos peixes para trabalhar novamente a musculatura. Agora está plenamente recuperado e mastigando com força, apto para ser solto”, explicou o veterinário Sandro Sandri. De acordo com a Associação R3 Animal, a espécie costuma visitar as praias da região durante o inverno. Eles vêm de colônias reprodutivas do Uruguai e da Argentina em busca de alimento em águas mais quentes e ricas em biodiversidade. https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/11/30/apos-reabilitacao-lobo-marinho-e-devolvido-a-natureza-em-florianopolis-video.ghtml

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Um filhote de veado-virá, também conhecido como veado-catingueiro, está passando por cuidados e reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Itajaí. O animal foi encontrado no mês de agosto sem a mãe e, por ser muito pequeno, tinha poucas condições de sobreviver. Segundo a equipe que prestou os primeiros atendimentos, após ser resgatado no Oeste catarinense, a Polícia Militar Ambiental deixou o animal sob cuidados de professores e alunos do curso de Veterinária do Instituto Federal Catarinense de Concórdia. Após conseguir se alimentar sozinho, ele foi conduzido pelas equipes até o instituto, onde segue em processo de reintrodução à natureza. Segundo o Instituto Espaço Silvestre, responsável pelo Cetas de Itajaí, esse animal ajuda a dispersar sementes. "Esses animais sofrem grande ameaça, principalmente devido à atividade ilegal da caça, a qual pode ter grande impacto sobre as suas populações. Hoje ele está em reabilitação no Cetas e, assim que possível, terá a destinação mais adequada". https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/12/03/filhote-de-veado-e-resgatado-e-passa-por-reabilitacao-em-sc.ghtml

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